O estudo de instalações elétricas: uma análise à luz das inteligências múltiplas de Gardner
DOI:
https://doi.org/10.55767/2451.6007.v33.n2.35290Palabras clave:
Circuitos Elétricos, Ensino de Física, Inteligências Múltiplas, Educação Maker, MaqueteResumen
Este artigo apresenta um relato de experiência sobre atividades práticas que abordaram, na educação básica, o tema de instalações
elétricas. As atividades fizeram parte de uma pesquisa qualitativa maior sobre o pluralismo metodológico e inteligências múltiplas no
ensino de circuitos elétricos. Assim, além do intuito de compartilhar a proposta, este trabalho tem como objetivo compreender o potencial das atividades no estímulo às diferentes inteligências e no aumento da motivação e do protagonismo dos estudantes. Como participantes da pesquisa, envolveram-se aproximadamente 30 estudantes do Ensino Médio de uma escola pública de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Os dados foram obtidos por meio de observações, registro em áudio e registros fotográficos. Como método
de análise, optou-se pela Análise Textual Discursiva. Pela natureza da atividade, observou-se que a proposta estimulou o uso de habilidades muitas vezes não exploradas no ensino tradicional. A análise sugere que ao menos três inteligências foram estimuladas durante
as atividades (inteligência espacial, corporal-cinestésica e inteligência interpessoal). Por fim, constatou-se também o grande envolvimento e motivação dos estudantes com a atividade, reforçando a importância de continuarmos trabalhando em busca de uma educação mais ativa, colaborativa e significativa.
Referencias
Ausubel, D. P. (2003). Aquisição e retenção de conhecimentos: uma perspectiva cognitiva. Lisboa: Plátano.
Armstrong, T. J. (2001). Inteligências múltiplas na sala de aula. Porto Alegre: Artmed.
Blikstein, P. (2013). Digital fabrication and ‘making’ in education: The democratization of invention. In Walter-Herrmann, J., Büching, C. (Eds.), FabLabs: Of machines, makers and inventors. Bielefeld: Transcript Publishers.
Delizoicov, D., Angotti, J. A. & Pernambuco, M. M. (2009). Ensino De Ciências: Fundamentos e Métodos. 3 ed. São Paulo: Cortez.
Demo, P. (2015). Aula não é necessariamente aprendizagem. Revista Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação, 12(43), 669-695.
Gardner, H. (1993). Frames of Mind: The Theory of Multiple Intelligences. 2 ed. Nova Iorque: Basic.
Gardner, H. (2001). Inteligência um conceito reformulado: O criador da teoria de inteligências múltiplas explica e expande suas ideias com enfoque no século XXI. Rio de Janeiro: Objetiva.
Halverson, E. R., & Sheridan, K. (2014). The maker movement in education. Harvard educational review, 84(4), 495-504.
Laburú, C. E., Arruda, S. M. & Nardi, R. (2003). Pluralismo Metodológico No Ensino De Ciências. Ciência & Educação, 9(2), 247-260.
Martinez, S., & Stager, G. S. (2014). The maker movement: A learning revolution. Learning & Leading with Technology, 41(7), 12-17.
Moraes, J. U. P. & Araújo, M. S. T. (2012). O Ensino de Física e o Enfoque CTSA: caminhos para uma educação cidadã. 1 ed. São Paulo: Editora Livraria da Física.
Moraes, R. & Galiazzi, M. C. (2016). Análise Textual Discursiva. Ijuí: Unijuí.
Ortiz, G. S. & Denardin, L. (2019). O Pluralismo Metodológico e as Inteligências Múltiplas no Ensino de Circuitos Elétricos. Acta Scientiae, 21(5), 2-27.
Paula, B. B., Oliveira, T. & Martins, C. B. (2019). Análise do Uso da Cultura Maker em Contextos Educacionais: Revisão Sistemática da Literatura. RENOTE-Revista Novas Tecnologias na Educação, 17(3).
Peppler, K., & Bender, S. (2013). Maker movement spreads innovation one project at a time. Phi Delta Kappan, 95(3), 22-27
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Gabriel Santos Ortiz, Luciano Denardin
Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Aquellos autores/as que tengan publicaciones con esta revista, aceptan los términos siguientes:Los autores/as conservarán sus derechos de copiar y redistribuir el material, bajo los términos estipulados en la Licencia de reconocimiento, no comercial, sin obras derivadas de Creative Commons que permite a terceros compartir la obra bajo las siguientes condiciones:
- Reconocimiento — Debe reconocer adecuadamente la autoría, proporcionar un enlace a la licencia e indicar si se han realizado cambios. Puede hacerlo de cualquier manera razonable, pero no de una manera que sugiera que tiene el apoyo del licenciador o lo recibe por el uso que hace.
- NoComercial — No puede utilizar el material para una finalidad comercial.
- SinObraDerivada — Si remezcla, transforma o crea a partir del material, no puede difundir el material modificado.
- Los autores/as podrán adoptar otros acuerdos de licencia no exclusiva de distribución de la versión de la obra publicada (p. ej.: depositarla en un archivo telemático institucional o publicarla en un volumen monográfico) siempre que se indique la publicación inicial en esta revista.
- Se permite y recomienda a los autores/as difundir su obra a través de Internet (p. ej.: en archivos telemáticos institucionales o en su página web) antes y durante el proceso de envío, lo cual puede producir intercambios interesantes y aumentar las citas de la obra publicada. (Véase El efecto del acceso abierto).